Constálica Rallye Vouzela vai para a estrada a 16 e 17 de Setembro

A quarta edição do Constálica Rallye Vouzela vai para a estrada a 16 e 17 de Setembro, construída numa base compacta e com algumas novidades, em que se espera uma participação maciça de equipas.

Para a prova vouzelense, que conta com o apoio do município, estão confirmadas especiais de suster a respiração, sobretudo pela espectacularidade que evidenciam e que podem vincar o sucesso dos pilotos. Tratando-se de uma prova que já é conhecida por uma imagem de marca e uma referência no panorama dos desportos motorizados na região Centro do país.

Tudo está a ser preparado ao pormenor para que possa ser reunida uma lista bem recheada para um rali excelente e interessante, em que o objectivo passa, literalmente, por elevar a competitividade. Como já é hábito, o parque de assistência será “edificado” no interior das instalações da empresa Constálica.

À semelhança das edições anteriores, o Constálica Rallye Vouzela contempla uma super-especial nocturna a desenvolver no asfalto urbano de Vouzela, bem como prolongar as emoções numa festa concebida para durar até às primeiras horas do dia seguinte. No dia seguinte serão servidas provas especiais, com particular destaque para a já mítica Rampa da Senhora do Castelo, estando a habitual cerimónia do pódio agendada para a Alameda D. Duarte de Almeida.

José Gomes vence Constálica e Carlos Matos conquista o “tri” em Vouzela

Milhares de pessoas, ao rubro, ajudaram a colorir as bermas da estrada por onde passou o Constálica Rallye Vouzela, com as vitórias a sorrirem a José Gomes no “Regional Centro” e Carlos Matos, na prova extra, a conquistar o “tri”

Com uma actuação irrepreensível, Carlos Matos, navegado por Bino Santos, colocou o Ford Fiesta R5 da espanhola RMC Motorsport nos trilhos do triunfo e subiu, pelo terceiro ano consecutivo, ao lugar mais alto do pódio no Constálica Ralye Vouzela, no que concerne à prova extra, já que José Gomes e Nuno Ribeiro (Citroën Saxo Kit Car) foram declarados os grandes vencedores na competição pontuável para o Campeonato Regional Centro de Ralis.

Mas, para a história, a terceira edição do Constálica Rallye de Vouzela, organizada pelo Gondomar Automóvel Sport, voltou a consagrar o piloto de S. Pedro do Sul, ao levar para casa a terceira vitória na prova vouzelense em outras tantas possíveis, com o tempo de 19m21,3s.

Ou seja, a “táctica 3x3” sortiu efeito, começando o triunfo a ser construído logo na dupla passagem pela super-especial nocturna da véspera. Além disso, o piloto sampedrense beneficiou do “apagão” momentâneo do Porsche 997 GT3 RS 3.6 da dupla formada por Vítor Pascoal e Pedro Alves numa das curvas mais apertadas no “aperitivo” da super-especial. A viatura parou e o piloto nortenho viu praticamente esfumar-se a hipótese de lutar pela vitória, ao ceder 26,3 segundos para o seu mais directo opositor.

No dia seguinte, Carlos Matos e Bino Santos mantiveram o recital da boa condução, mantendo a toada nos pisos de asfalto a fim de “travar” a réstia de esperança a Vítor Pascoal que, no entanto, viria a ser o mais rápido precisamente na derradeira especial da prova, mas a ficar a distantes 28,3 segundos do vencedor à geral.

Também com uma condução notável estiveram os viseenses José Gomes e Nuno Ribeiro que iriam sair de Vouzela com a terceira posição à geral e primeiros no Campeonato Regional Centro de Ralis. No entanto, e para chegar tão “longe”, José Gomes beneficiou, em parte, dos abandonos de Vítor Azevedo e Sérgio Aguiar (Peugeot 206 S1600) e Daniel Silva e Pedro Monteiro (Renault Clio), numa altura em que lutava pelas posições cimeiras,

Com o regresso mais cado a casa destas equipas, foi então a vez de José Gomes brilhar e “bater” aos “segundos” o filho de Carlos Matos, João Marcelino, que na sua estreia em ralis e navegado por Valter Cardoso, “doseou” os ímpetos do Ford Fiesta R2 da também espanhola RMC Motorsport e terminar atrás do viseense. Se na estreia a quarta posição à geral foi um bom prémio, João Marcelino, no entanto, jamais esquecerá o terceiro lugar alcançado na prova extra, festejando a circunstância no pódio na companhia do pai, embora a partir do degrau mais baixo.

A dupla formada por Gaspar Pinto e Alberto Santos fechou o “top five” ao volante de um Mitsubishi Evo VI, valendo-lhe, contudo, acompanhar José Gomes no pódio no “Regional Centro”, ocupando o lugar intermédio, relegando para a sexta posição à geral e terceiro pontuável para o campeonato André Portugal e Paulo Marques, em Mitsubishi Evo VIII. Porém, Gaspar Pinto e Alberto Santos saíram de Vouzela na liderança do campeonato, o que, por si só, serve de alento extra para encarar os futuros compromissos no Regional Centro de Ralis.

Incensuráveis estiveram Bernardo Maia e Andreia Oliveira que, aos comandos de um Citroën AX GTI, desembaraçaram-se das dificuldades que foram encontrando pelo caminho e concluir a prova na sétima posição à geral e quartos no “Regional Centro”

As duplas Nuno Mateus/Paulo Pimentel e Pedro Serôdio/Fernando Sousa, ambas em Peugeot 206, tiveram a consolação, não só de experimentar a adrenalina dos troços lafonenses, como também arrecadar o prémio de oitavo e novo respectivamente – quintos e sextos no campeonato –, cabendo a David Pereira e André Pereira, em Citroën Saxo Cup, fechar o “top ten” à geral e sétimos no “Regional Centro”.

Refira-se, por último, que a terceira edição do Constálica Rallye Vouzela levou um autêntico mar de gente ao centro da vila no sábado, para assistir à super-especial nocturna, cenário apoteótico e anómalo no domingo, com milhares de pessoas em franca romaria nas especiais de Constálica/Senhora do Castelo e Plafesa/Penoita. Esta atípica corrida de lafonenses e visitantes de outras paragens, assemelhando-se a uma “peregrinação” de fé, não resistiram aos encantos da região e ao espectáculo proporcionado pelos pilotos presentes que contribuíram para mais um enorme sucesso organizativo. A festa dos ralis em Vouzela já ganhou o seu espaço no cartaz de bem organizar, testemunhada pela legião de fãs desta modalidade automóvel em pleno coração da região de Lafões. Para o ano há mais e com melhores batidas emocionas.

Classificação geral

1.º Carlos Matos/Bino Santos

(Ford Fiesta R5)                               19m21,3s

2.º Vítor Pascoal/Pedro Alves

(Porsche 997 GT3 RS 3.6)            a 28,3s

3.º José Gomes/Nuno Ribeiro

(Citroën Saxo Kit Car)     a 1m39,1s

4.º João Marcelino/Valter Cardoso

(Ford Fiesta R2) t             a 1m42,1s

5.º Gaspar Pinto/Alberto Santos

(Mitsubish Lancer Evo VI)            a 1m53,7s

6.º André Portugal/Paulo Marques

(Mitsubishi Lancer Evo VIII)        a 2m50,6s

7.º Bernardo Maia/Andreia Oliveira

(Citroën AX GTI)               a 2m53,8s

8.º Nuno Mateus/Paulo Pimentel

(Peugeot 206 GTI)          a 2m55,9s

9.º Pedro Serôdio/Fernando Sousa

(Peugeot 206)  a 3m07,5s

10.º David Pereira/André Pereira

(Citroën Saxo Cup)          a 3m07,9s

Classificaram-se mais 22 equipas

Vouzela abraçou um fim-de-semana em alta velocidade emocional

Vouzela abraçou um fim-de-semana em alta velocidade emocional

Em bancadas montadas para o efeito, andaimes, em cima de muros, varandas e terraços junto ao traçado, tudo serviu para ver a super-especial da Constálica Rallye Vouzela. Foram muitos os amantes do desporto motorizado que se concentram na vila que, durante este fim-de-semana, engalanou-se para a grande festa dos ralis.

Na prova do Gondomar Automóvel Sport, que comemorou três anos de pura adrenalina, as bancadas foram sendo improvisadas ao longo dos 1,6 quilómetros percorridos por duas vezes. Quase tudo serviu para estar perto da emoção mas longe do perigo. Naturalmente que a grande adesão de pessoas provocou alguns constrangimentos, sobretudo para quem chegou ao traçado urbano mais tarde, mas os que optaram por abordar o traçado mais cedo ganharam um lugar privilegiado para sentir as emoções sem atropelos. Como já foi referido, o festim invadiu andaimes, árvores, muros ou, mais confortavelmente, varandas.

«Somos amantes dos ralis e, esta super-especial, com tantos pontos de espectáculo e na máxima segurança, só nos dá alento para regressar todos os anos. Como tivemos a sorte de vir mais cedo, deixando para mais tarde a “Vitela à Lafões”, ocupámos uma zona mesmo em cima de todas as ocorrências. Os ralis são para serem curtidos com a rapidez que se exige», disse, radiante, Jorge Simões, de Viseu.

«Este ano houve um incentivo especial com a participação de Vítor Pascoal, aos comandos de um Porsche 997 GT3 RS 3.6, mas um pião acabou por ditar algum atraso, mas o piloto, atendendo à sua experiência, vai recuperar o tempo perdido», aludiu, por seu turno, Marta Simões, também ela proveniente da cidade viseense.

Sérgio Gonçalves, de Vagos, até nem gosta muito de ralis, mas veio a Vouzela “puxado” pelo espírito dos amigos, «sobretudo da minha namorada, que adora bastante os automóveis, motivada pela participação do vizinho Nuno Mateus, que anda num Peugeot 206 GTI».

«É verdade o que o Serginho está a dizer, mas com o tempo vai ser um entusiasta. Há muito tempo que acompanho as corridas, levada pelo meu pai, cabendo agora injectar o espírito ao Serginho, nem que para isso tenha de me chatear», confidenciou, com um sorriso desafiador Diana Santos.

Vouzela já se entranha na história dos ralis

Aos poucos e poucos, Vouzela já se entranha na história dos ralis e, os mais jovens, não perdem a oportunidade de discutir com os mais velhos e conhecedores desta disciplina automóvel pormenores e sabedorias.

«O Carlos Matos é o alvo a abater. O facto de ser de cá dá-lhe natural primazia para imprimir outro andamento, o que é bom para a prova, mas o rali tem outros pilotos destemidos. É muito bom mesmo estar aqui. Há pessoas que não sabem o que é respirar “valvoline” e, os traçados urbanos permitem-nos entranhar o gosto pelos ralis», sustentou Tó Micas, proveniente de Arganil, «um verdadeiro fanático» por esta disciplina automóvel.

Miguel Matias veio de propósito de Coimbra para acompanhar o “piloto-espectáculo” Pedro Rosário que, ao volante de um Semog Bravo ER, fez atiçar ainda a espectacularidade do Constálica Rallye Vouzela.

«Estou impressionado com o mar de gente que despontou no centro de Vouzela. É impressionante apreciar todo o entusiasmo de milhares de pessoas. Estou rendido aos ralis e o Pedro Rosário veio com a missão de dar muito espectáculo», admitiu Miguel Matias.

Também Rodrigo Correia fez as delícias do público ao volante de um kart, mas o jovem piloto, de apenas 12 anos, foi traído pelo motor quando descia a alta velocidade em direcção à Central de Camionagem de Vouzela. Um contratempo que, no entanto, não retirou o brilho de uma prestação vertiginosa.

Servido o aperitivo nocturno de piloto e máquinas, o “Rallye Party Night” ficou a cargo de Quim Barreiros, um cantor popular que toca acordeão e conhecido pelas suas letras de duplo sentido. “Eu Faço 69”  e muitos outros de musica portuguesa.

O cantor minhoto de Vila Praia de Âncora é um verdadeiro ícone musical e presença obrigatória nas festas juvenis e estudantis. Face à sua faceta sempre jovial e refrescante, Quim Barreiros afirma que faz 69… anos. O nome do seu mais recente trabalho discográfico recheado de novas canções juntaram-se ao vasto palmarés de êxitos de uma longa e recheada carreira, tonificou os sentidos vizelenses para o dia seguinte do Constálica Rallye Vouzela.

O Gondomar Automóvel Sport não foi tão longe como Quim Barreiros, que “só fez 56 pilotos” para a partida do grande dia da prova que percorreu a região de Vouzela em pleno pulmão de Lafões.

Famílias reunidas na festa dos ralis no domingo à tarde

O domingo “acordou” quente e soalheiro e o “povoamento” nas especiais Senhora do Castelo/Constálica e Penoita/Plafesa ganhou vida a partir da hora do almoço. Luís Santos, de Oliveira de Frades, juntou uns amigos e fizeram-se à estrada para a emoldurar e acompanhar o espectáculo, garantindo «que é para aguentar durante toda a tarde de domingo».

Ao longo das provas especiais foram muitas as famílias que, precavidas com lancheiras e pequenas arcas frigoríficas, montaram o “estaminé” em local seguro e apreciaram a destreza dos pilotos.

Junto aos inícios e finais, bem como acessos, o público amontoou-se e, a espaços, cruzavam-se pela melhor poção de terreno para tirar uma selfie, envolvendo várias pessoas ou, simplesmente, para tirar com os pilotos, parados e em andamento.

«Adoro ver e de acelerar também», salientou Marco Carvalho, que aproveita «os ralis para fazer caminhadas, já que é o único desporto que me faz mover», referiu este jovem de Tondela. Ao seu lado, António Pascoal disse que o Constálica Rallye Vouzela «está em perfeitas condições para subir de degrau na hierarquia do campeonato», mas até acha que «assim está melhor».

Maria da Graça, namorada de Marco Carvalho, frisou que «gosta de ver passar os pilotos mais rápidos, embora ache muita piada ver todos aqueles que apresentam carros menos evoluídos mas que mostra a paixão de conduzir, fortificando que «os pilotos são a essência da festa do desporto motorizado».

Os lafonenses têm a lição estudada para ocuparem os melhores lugares para ver a prova, “arrastando” os visitantes para os locais convidativos. Todos, sem excepção, já se deixaram atrair pelo Constálica Rallye Vouzela, um ambiente que se respira pela paixão dos automóveis.

Se na estrada a febre de adrenalina fez subir os “termómetros”, o Gondomar Automóvel Sport fez deslocar para o terreno um forte contingente no sentido de adicionar o temperamento emocional adequado a público, pilotos navegadores e demais agentes ligados a este fenómeno desportivo, impondo as imperdíveis condições de segurança de fio a pavio.

No tereno, além das forças de segurança e bombeiros, foram “recrutados” 52 elementos do Gondomar Automóvel Sport, cinco do Clube Automóvel da Régua, cinco do Team Baia, um do Vouga Sport Clube e um do Automóvel Clube de Vila Real.

Carlos Matos triunfou super-especial de Vouzela

Perante milhares de pessoas, a dupla Carlos Matos e Bino Santos foi a mais rápido na super-especial nocturna do Constálica Rallye Vouzela. A classificativa, que abre o primeiro dia de competição em pleno coração da região de Lafões, foi ganha pelo piloto do Ford Fiesta R5 com o tempo de 2m,45,3s. Daniel Silva, em Renault Clio, ficou em segundo a 10,7s, enquanto Gaspar Pinto obteve o terceiro registo a 15,8s de diferença para o líder.

O primeiro líder do rali não se fez rogado para defender os triunfos brilhantemente alcançados nas duas primeiras edições, conduzindo a viatura da marca oval com brilhantismo e arrancando fortes aplausos à sua passagem.

A acelerar praticamente em “casa”, uma vez que reside em S. Pedro do Sul, Carlos Matos sentiu o carinho de milhares de pessoas que o “empurraram” para o comando, já que a classificação foi encontrada através do somatório dos tempos efectuados nas duas passagens de 1,6 quilómetros cada.

Para Carlos Matos, está tudo a correr conforme planeado: «A super-especial parece ter sido feita para a nossa viatura e, amanhã, espero manter o ritmo imprimido hoje. Declaradamente, a continuarmos assim, o tri pode muito bem ficar em Lafões, servindo de bálsamo para premiar todos aqueles que nos apoiam incondicionalmente», sustentou o piloto de S. Pedro do Sul.

O Constálica Rallye Vouzela prossegue amanhã com dupla passagem pelas provas especiais de Senhora do Castelo/Constálica (14h03 e 16h17) e Penoita/Plafesa (14h19 e 16h33). Como os bons exemplos são para copiar, os maus para evitar, os pilotos irão fazer para voltar a proporcionar um espectáculo de muito talento.

“Febre de sábado à noite” com altíssima animação, convívio e muita… adrenalina

Com o regresso do desporto automóvel a Vouzela, depois de dois anos em que a estrada do sucesso ficou literalmente “abertura” para os aficionados dos ralis, o Constálica Rallye Vouzela é já um marco no contexto organizativo.

Milhares de pessoas que emolduraram as principais artérias por onde passou a super-especial são o testemunho da espectacular competição que reuniu várias dezenas de equipas. Tudo começou com o “desfile” das mais variadas viaturas de segurança, em que não faltou um vertiginoso Camaro preto – qual “grifo” do asfalto que, à sua passagem, deixou um rasto de contentamento mas, ao mesmo tempo de desalento, pelo simples facto de ter estar pouco tempo em “jogo” em que praticamente nem aqueceu.

Depois seguiu-se o tão esperado “cortejo” de pilotos e máquinas com o sentido apurado de agirem em conformidade com a ambição, em que o melhor registo era o limite. Com a berma da estrada repleta de entusiasmo, cuja agitação da “onda” exteriorizava-se face à inspiração dos pilotos mais destemidos, o convívio proporcionado pelos parceiros a centenas de convidados causou uma sensação de quietude. Tratou-se de uma festa com muito glamour que propiciou encontros e reencontros, numa noite que permitiu, de igual forma, “domar” o nervosismo face à agilidade com que os pilotos mantinham as máquinas em “ardor” permanente ao longo da super-especial.

Com a vaga de entusiasmo a espraiar o nervosismo, a multidão de anónimos e respectivos convidados dos parceiros que conviveram durante largas horas não desperdiçara a oportunidade de “abraçar” a última estrela da noite: Quim Barreiros. Possuída a super-especial como aperitivo, o Constálica Rallye Vouzela tem amanhã à tarde dose dupla para “devorar” e renovar novos enquadramentos de verdadeira adrenalina.

Constálica Rallye Vouzela leva a festa ao centro nevrálgico

Constálica Rallye Vouzela leva a festa ao centro nevrálgico

A “febre de sábado à noite”, com a dupla passagem pela super-especial nocturna no coração de Lafões pode ser “esfriada” com a visita, durante o período da tarde, às oficinas das equipas “edificadas” em torno da Constálica, empresa que volta a empestar o seu nome ao Rallye de Vouzela.

Trata-se de mais uma manobra de charme por parte da organização para com todos os adeptos do Constálica Rallye Vouzela, proporcionando-lhes, uma vez mais, a ampla oportunidade de contactarem com os pilotos, navegadores e equipas de assistência em pleno parque de assistência e centro nevrálgico da prova.

No sentido de promover e levar os ralis cada vez mais perto dos espectadores, a entidade organizadora do Constálica Rallye Vouzela aspira, de igual forma, estreitar os momentos de convívio entre estes dois elementos essenciais neste desporto de eleição e que arrasta multidões pelos quatro cantos do mundo: público e pilotos.

Sempre que lhes seja solicitado um autógrafo, pilotos e navegadores “aceleram” com a esferográfica em riste e “depositam” as suas assinaturas com um sorriso para gáudio dos adeptos. Uma oportunidade a não perder.

Segurança é a marca de excelência do Constálica Rallye Vouzela

O Gondomar Automóvel Sport (GAS), enquanto entidade organizador do Constálica Rallye Vouzela, volta este ano a convidar todos os espectadores a seguirem a prova a partir das zonas espectáculo, com base nas instruções e mapas publicados elaborados para o efeito.

Ao escolher estas zonas espectáculo, a entidade organizadora levou em conta que elas são de fácil acesso e que a sua visibilidade é excelente, mesmo tratando-se de uma distância segura.

O GAS, e em particular os elementos que têm controlado os espectadores nas zonas espectáculo, notaram com agrado, nas edições anteriores, que o público tem dado uma resposta muito precisa face a este incremento de segurança, contribuindo para a imagem extremamente positiva, não só dos espectadores, como também para a própria prova.

No sentido de melhorar aina mais a segurança, o Constálica Rallye Vouzela voltou a aprimorar, emoldurando a estrada com mais de 80 quilómetros de fita e barreiras de cimento para fazer face à dupla passagem da super-especial nocturna de hoje, colocando a prova num patamar semelhante a uma prova do Campeonato do Mundo de Ralis (WRC).

Naturalmente que para a edição deste ano houve o cuidado de manter as melhores localizações possíveis nas zonas espectáculo que, ao mesmo tempo, pudessem corresponder a três características essenciais: segurança para ver passar pilotos e máquinas, locais espectaculares – em que todos, sem excepção, possam assistir à passagem das equipas – e um fácil acesso.

À semelhança das duas primeiras edições, a organização do Constálica Ralye Vouzela e muito em especial os “marshals”, com a ajuda das autoridades, supervisionam a colocação segura do público. É de capital importância que os espectadores obedeçam a todas as instruções e orientações dos “marshals” e força de segurança no terreno de forma a poderem desfrutar de uma prova agradável e plena de segurança, nada mais, nada menos, que a marca de excelência do Constálica Rallye Vouzela.

Constálica Rallye Vouzela – Lista de Inscritos

Duas super-especiais a disputar sábado à noite e dupla passagem pelas especiais de Constálica/Sr.ª do Castelo e Plafesa/Penoita, domingo à tarde, é a “ementa” servida no coração de Lafões

A terceira edição do Constálica Rallye Vouzela, pontuável para o Campeonato Regional Centro de Ralis, bem como de Regularidade, vai para a estrada sábado e domingo, cuja lista de inscritos ultrapassa as seis dezenas de equipas.

Para a prova organizada pelo Gondomar Automóvel Sport, que além da competição propriamente dita preparou uma série de iniciativas lúdicas para a toda a família, são muitos os pontos de interesse a seguir durante os dois dias do fim-de-semana. Totalizando 74,86 quilómetros, dos quais 32,48 são disputados em cronómetro, o Constálica Rallye Vouzela fica desde logo associado à dupla passagem pela super-especial (21h00 e 21h07) em pleno coração de Vouzela a desenvolver no sábado. A tarde de domingo fica reservada para uma dupla passagem pelas especiais de Constálica/Sr.ª do Castelo (13h58 e 16h12) e Plafesa/Penoita (14h14 e 16h28).

Carlos Matos e Vitor Pascoal são favoritos na disputa dos lugares cimeiros. A pensar mais nas contas do Campeonato Regional Centro de Ralis vão estar Alexandre Ferreira e Paulo Amorim (Peugeot 309), Gaspar Pinto e Alberto Santos (Mitsubish Evo VI), Alfredo Guimarães e Marco Vilas Boas (Mazda 323 GTR) e Nuno Nunes e Joaquim Alvarinhas (Ford Fiesta).

O Constálica Rallye Vouzela marca ainda a estreia do actual campeão nacional de kartcross nas competições citadinas de asfalto. Aos comandos de um Semog Bravo ER, o conimbricense Pedro Rosário, que soma o sexto título consecutivo e sétimo no cômputo global, é um dos nomes sonantes do automobilismo português a fazer furor na super-especial da prova vouzelense.

 

INSCRITOS REGULARIDADE: https://drive.google.com/file/d/0B8_T-QGwUOA5RjNKMWtzUEo1TW8/view

INSCRITOS FPAK CENTRO: https://drive.google.com/file/d/0B8_T-QGwUOA5ZlBRSm5KcG0xWms/view

Rodrigo Correia revigorado para o 3ºConstálica Rallye Vouzela

A emoção tem a sua própria magia e o jovem piloto Rodrigo Correia é bem o exemplo disso mesmo. Com apenas 12 anos de idade, o piloto de Oliveira de Frades quer fazer história do Constálica Rallye Vouzela ao volante de um karting na super-especial de sábado à noite, ajudando a transformar a fértil zona de Lafões na festa dos ralis nacionais.

Ocupando actualmente a 5.ª posição no Campeonato Nacional de Karting, Rodrigo Correia pretende provocar uma enorme onda de entusiasmo e bombear de emoções os corações de todos aqueles que vão assistir à prova, sábado e domingo.

«Espero poder ser a transmissão de “contágio” a todas as pessoas a partir da minha exibição, num espectáculo de encantamento e sensacional. Obviamente que não será uma superprodução de Hollywood, mas uma configuração de adrenalina que possa arrebatar corações com alguns “malabarismos” sem precedentes», afirmou Rodrigo Correia.

Mais que uma precisão indescritível e imperdível, a actuação do jovem piloto de Oliveira de Frades terá na terceira edição do Constálica Rallye Vouzela mais uma oportunidade de “agarrar” o muito público esperado sábado e domingo no coração de Lafões.

«Foi com o maior prazer que aceitei o convite para regressar a Vouzela e fazer aquilo que mais gosto, que passa por andar de karting a injectar doses de ânimo aos aficionados dos desportos motorizados e dos ralis em particular. Trata-se de mais uma oportunidade para demonstrar e representar o karting, modalidade que me corre nas veias e que agita o coração de regozijo», acrescentou o piloto de 12 anos.

O regresso a Vouzela tem, obviamente, um significado muito especial para Rodrigo Correia não só por estar no centro do palco da festa dos ralis nacionais, mas consciente de que sou olhado como um exemplo para os demais jovens que vão estar presentes, sábado e domingo no Constálica Rallye Vouzela, pelo que será, também, uma missão de enorme responsabilidade», admitiu Rodrigo Correia.

Vítor Pascoal e Pedro Alves: dupla seta apontada ao Constálica Rallye Vouzela

Vítor Pascoal e Pedro Alves: dupla seta apontada ao Constálica Rallye Vouzela

A experiente dupla Vítor Pascoal e Pedro Alves é uma seta apontada ao Constálica Rallye Vouzela, competição na estrada sábado e domingo. Aos comandos de um Porsche 997 GT3 a equipa Baião Rally Team quer mostrar credenciais, embora Vítor Pascoal esteja totalmente centrado nos objectivos delineados para esta época: «continuar a tarefa de evolução e adaptação ao competitivo Porsche 997 GT3, até por desconhecemos o Constálica Rallye Vouzela, dado que primámos pela ausência nas duas primeiras edições», ajuizou o piloto nortenho.

Além do Constálica Rallye Vouzela estar a ser encarado com um bom teste para a formação Baião Rally Team, Vítor Pascoal tem a oportunidade no coração de Lafões de «retribuir aos nossos patrocinadores a confiança que depositaram na equipa».

«O projecto com o Porsche 997 GT3 é um desafio muito interessante, mas a prova do próximo fim-de-semana tem a particularidade de servir para dar mais visibilidade aos nossos patrocinadores, sem descurar, naturalmente, a competitividade da viatura, colocando-a à prova para mis um teste exigente, somar quilómetros e aproveitar para explorar todas as suas potencialidades, tendo em vista o Rali de Espinho», conferiu o piloto da equipa Baião Raly Team.

Vítor Pascoa quer também mostrar os seus triunfos à concorrência, «sem fazer estragos desnecessários, pelo que é de capital importância iniciar e encerrar o ciclo Constálica Rallye Vouzela, aproveitando-o ao máximo e aplica-lo a uma toada que nos permita obter o melhor resultado final possível».