“Febre de sábado à noite” com altíssima animação, convívio e muita… adrenalina

Com o regresso do desporto automóvel a Vouzela, depois de dois anos em que a estrada do sucesso ficou literalmente “abertura” para os aficionados dos ralis, o Constálica Rallye Vouzela é já um marco no contexto organizativo.

Milhares de pessoas que emolduraram as principais artérias por onde passou a super-especial são o testemunho da espectacular competição que reuniu várias dezenas de equipas. Tudo começou com o “desfile” das mais variadas viaturas de segurança, em que não faltou um vertiginoso Camaro preto – qual “grifo” do asfalto que, à sua passagem, deixou um rasto de contentamento mas, ao mesmo tempo de desalento, pelo simples facto de ter estar pouco tempo em “jogo” em que praticamente nem aqueceu.

Depois seguiu-se o tão esperado “cortejo” de pilotos e máquinas com o sentido apurado de agirem em conformidade com a ambição, em que o melhor registo era o limite. Com a berma da estrada repleta de entusiasmo, cuja agitação da “onda” exteriorizava-se face à inspiração dos pilotos mais destemidos, o convívio proporcionado pelos parceiros a centenas de convidados causou uma sensação de quietude. Tratou-se de uma festa com muito glamour que propiciou encontros e reencontros, numa noite que permitiu, de igual forma, “domar” o nervosismo face à agilidade com que os pilotos mantinham as máquinas em “ardor” permanente ao longo da super-especial.

Com a vaga de entusiasmo a espraiar o nervosismo, a multidão de anónimos e respectivos convidados dos parceiros que conviveram durante largas horas não desperdiçara a oportunidade de “abraçar” a última estrela da noite: Quim Barreiros. Possuída a super-especial como aperitivo, o Constálica Rallye Vouzela tem amanhã à tarde dose dupla para “devorar” e renovar novos enquadramentos de verdadeira adrenalina.

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